O meu Pé de Laranja Lima de José Mauro Vasconcelos | |
Por Teresa Martins (Professora), em 2017/01/20 | 2245 leram | ![]() ![]() |
Durante as férias de Natal, alguns alunos aceitaram o "arrojado" desafio lançado pela professora de Português -a leitura de uma obra. Rui Gonçalves, Alexandra e Mariana Rafael do 8.ºD deixaram-se encantar pela história comovente de Zezé. | |
![]() (...) O aspeto que mais gostei nesta obra foi o facto de esta criança, que aos olhos da maioria das pessoas que o rodeavam era um «diabinho», se ter tornado amigo de um adulto que, não deixando de o ver como qualquer menino de cinco anos, procurou perceber as atitudes de Zezé e valorizar o que de bom tinha no seu coração. Foi esta cumplicidade que se criou entre os dois que apreciei. O aspeto que mais me marcou pela negativa foi contactar com o Natal vivido por esta criança que não recebeu qualquer presente e teve algo para comer porque alguém teve pena da miséria da sua família. Fiquei bastante sensibilizado dado que dias antes tinha decorrido o meu Natal, onde nada faltou à mesa ou debaixo do pinheiro, cheio de prendas! Este contraste foi um grande choque para mim. (...) Por tudo isto, esta obra ficará na minha memória e aconselho vivamente a todos a leitura da mesma. Rui Gonçalves Confesso que no início a obra não me interessou muito. O facto de estar escrita em português do brasil fez com que a sua leitura se tornasse mais difícil e pouco cativante. Mas, à medida que a história foi decorrendo, comecei a interessar-me cada vez mais. Trata-se de uma história autobiográfica, o que me sensibilizou muito. A sua personagem principal, o Zezé, marcou-me muito pelo seu ponto de vista em relação a tudo. Apesar de ser ainda uma criança, conhecia todos os problemas com que, em todas as alturas da vida, a sua família se confrontava. Vale a pena ler! Alexandra Rafael A obra O meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos foi um livro que honestamente nos primeiros capítulos não me cativou. No entanto, com o decorrer da história, tudo rapidamente mudou e fiquei mesmo bastante emocionada com algumas passagens. Soube mais tarde que tinha sido baseada na infância do seu autor. Incompreendido em casa, muito inteligente e interessado na escola, o narrador, Zezé, que pertence a uma família muito pobre, fala sobre um dos seus natais, um natal triste e sem presentes. Recomendo o livro porque sei que vai marcar os leitores como foi o meu caso. Mariana Rafael | |
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