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A Joia de Esmeralda
Por Teresa Martins (Professora), em 2015/11/19399 leram | 0 comentários | 91 gostam
Ação, aventura e mistério fazem parte do texto enviado por Ana Francisca do 8.ºB.
Um texto que merece ser lido.
Kriker Tomson era conhecido como o detetive privado mais famoso de Inglaterra, onde passou a maior parte da sua vida a prender criminosos e a desmascarar os mais perigosos vilões do mundo, juntamente com o seu parceiro, Richard Vegas, que era um ex-polícia.
Agora reformados, recordavam os velhos tempos de ação e aventura que passaram a desvendar intrigantes mistérios. Mas houve um que nunca conseguiram desvendar por completo. O roubo da joia de Esmeralda…
Numa manhã de inverno, Kriker e Richard acabavam de chegar ao escritório, depois de mais um caso bem-sucedido, quando uma mulher chamada Vera Sparkles os esperava ainda com lágrimas no canto do olho e com ar de quem esteve a chorar.
Depois de terem conversado com ela, Kriker decidiu, por mais cansado que estivesse, começar a seguir as pistas. Vera dissera-lhes que queria que descobrissem se o seu marido, Finkal Duders, a traía ou não, e pela resposta pagava uma bela quantia de dinheiro que, por ventura, os dois estavam a precisar.
Kriker e Richard seguiram Finkal durante meses a fio, tornando este caso prioritário. Descobriram que Finkal tinha na sua posse uma das joias mais valiosas e raras do mundo. Essa joia tinha sido roubada e esse caso estava sob a investigação da polícia, o que facilitou bastante as coisas para Richard, que já tivera trabalhado no ofício. Algum ladrão tinha entrado no Museu Bijou e roubado uma das joias mais valiosas que o museu albergava, a mesma joia com que Finkal tinha sido visto, quando saíra de casa no mesmo dia do roubo.
Certa tarde, Richard recebera uma informação preciosa de uma fonte policial; o ADN encontrado, num bolso do casaco do suspeito, continha indícios de ter entrado em contacto com uma pedra preciosa, uma Esmeralda, e mais, essa tal joia era a mítica Joia de Esmeralda. Em parceria com a polícia judiciária, Kriker e Richard, embora tivessem provas suficientes para prenderem Finkal, pediram mais algum tempo, só para concluírem também o caso deles. Assim apanhavam-no de uma só vez.
Nesse mesmo dia, Finkal saiu de casa e dirigiu-se para um parque, onde se sentara perto de um riacho. Pegara numa pedra, atou-lhe a joia e atirou-a ao rio, presa por uma corda.
Com a missão comprometida, as autoridades decidiram não avançar e permanecer escondidas pois, ao vê-las, Finkal podia largar a corda e a joia ficaria para sempre no rio e, se tal acontecesse, devido àquelas correntes tão fortes era impossível voltar a encontrar o colar.
Poucos minutos depois, aparecera uma outra mulher, esbelta, de cabelos pretos e sedosos, de olhos azuis escuros e sentara-se também junto dele. Era a sua amante, Roxane Telma.
Finkal puxara a corda onde tinha prendido a joia e deu--a a Roxane que, pelos vistos, era cúmplice do roubo.
Existiam mais que motivos para prender Finkal e a amante. Faltava, agora, a confissão dos suspeitos.
Kriker, Richard e os agentes policiais, detiveram-nos e levaram-nos para a esquadra onde já se encontrava Vera.
- Tudo o que disser será usado contra si em tribunal.- disse o chefe da polícia.
- Estão enganados. Eu não fiz nada! Não fiz nada!- respondia Finkal desesperado.
Depois de um longo e desgastante inquérito, os suspeitos acabaram por confessar, pois as provas eram evidentes.
- Já confessou o crime, agora entregue a joia e siga os agentes até ao carro da polícia.- informou um agente.
Levando a mão ao saco de Roxane, Finkal ficara pálido e parecia paralisado. A joia tinha desaparecido.
- Desapareceu. A joia… desapareceu.
- Desapareceu?
-Esperem lá!- Protestou Kriker- Vamos rever os acontecimentos. Foi ao parque, atirou a joia ao riacho, voltou a tirá-la…
- Não, ela caiu-me das mãos quando me prenderam.- Interrompeu Finkal.
- Mas se te caiu das mãos, então está no rio…
- No riacho!- Exclamaram todos.
No meio de toda aquela confusão, a joia tinha caído no riacho. E nunca mais, mesmo depois de centenas de buscas ao fundo do rio, ninguém a conseguiu encontrar tal como se tinha previsto.
No final, a joia tinha ficado para sempre no leito do riacho que agora era considerado um local mágico e valioso.


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