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A Morte
Por Amélia Mendes (Professora), em 2012/02/09898 leram | 0 comentários | 163 gostam
Lembro-me como se fosse hoje. Eu, os meus pais e os meus tios tínhamos ido ao Porto para arejar. A minha avó quis ficar em casa a arrumar na companhia de um outro tio meu, pois não lhes apetecia sair.
Lembro-me como se fosse hoje. Eu, os meus pais e os meus tios tínhamos ido ao Porto para arejar. A minha avó quis ficar em casa a arrumar na companhia de um outro tio meu, pois não lhes apetecia sair.
A manhã tinha corrido lindamente, estávamos contentes e bem-dispostos, até ao momento…, até ao momento em que o meu pai recebeu uma chamada. O silêncio atuou nas nossas mentes, quando o meu pai começou a ficar aflito com a notícia que lhe estavam a dar. Quando findou a notícia, fomos todos a correr para o carro. Sentada no banco de trás do carro percebi o porquê de o meu pai ter ficado tão inquieto com aquele telefonema! O meu tio, aquele que tinha ficado com a minha avó, tinha desaparecido. Os meus tios e os pais já pensavam no pior. Eu, como era pequenina, não percebia bem o que se estava a passar. Nunca tinha visto o meu tio a chorar como uma criança e a minha mãe a pedir-lhe muita calma. O meu pai, esse, não chorava, porém o sofrimento estava estampado no rosto.
Quando chegamos a casa, vi a polícia à porta da casa da minha avó, foi quando fiquei muito assustada, quando ouvi o senhor policia, (como eu lhe chamava na altura) a dizer que o meu tio tinha sido encontrado perto de um campo, já sem vida. Nesse momento, foi a tristeza total!! os meus tios e os meus pais diziam não acreditar! Ele não se poderia ter ido embora sem pelo menos se despedir daqueles que o amavam. Contudo, foi-se mesmo embora e nunca mais voltou!
 O que mais me custa é saber que o meu tio morreu por causa de um vício, um vício que lhe foi dado, por pessoas sem escrúpulos, que não têm ou tiveram cabeça para pensar!
Bárbara, 7º C.


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