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Parênteses do casamento da Andorinha
Por Domingos Fernandes (Professor), em 2012/02/141317 leram | 0 comentários | 166 gostam
Explorada a obra "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", de Jorge Amado, as palavras de ordem foram recriar, reescrever, reinventar... Este foi o contributo do João Pedro Vieira e do José Paulo Azevedo, da turma 8ºE. Boas leituras!
(O casamento da Andorinha e do Rouxinol foi um dos melhores do parque, até ao momento. Estava tudo impecável! Principalmente o bolo de noiva, que tinha três diferentes sabores – chocolate, caramelo e baunilha.
    Cada casal, com os seus filhos, possuía uma mesa e as respetivas comidas. A família canina, para as entradas, tinha biscoitos; para o jantar, ração e, para sobremesa, doces deliciosos. Os cachorrinhos só beberam leite.
    Na mesa do Galo Don Juan de Rhode Island havia milho, para entrada, e couves, para jantar.
    Na mesa da Vaca só havia erva.
    Já a mesa dos noivos estava toda requintada com os melhores pratos do casamento.
    No fim do jantar, os convidados conversaram entre si. O Papagaio, de tão embriagado que estava, lançou uma piada à Vaca Mocha por ela trazer exclusivamente para o casamento um porta-seios:
    - Eh lá, Vaca! Sempre encontraste um porta-seios para o teu tamanho?!
    - Não podia fazer topless no casamento! - exclamou a Vaca.
    O DJ da noite colocou umas músicas românticas para os pares dançarem. Enquanto a música tocava, uma brisa repentina que se fez sentir naquele momento levantou o vestido da Andorinha, deixando a sua lingerie à vista. O Papagaio, não deixando passar a oportunidade, comentou com um ar de riso:
    - Oh, Andorinha! Já estás pronta para a noite de núpcias?
    A Andorinha, muito sorrateiramente, ajeitou o vestido e continuou a bailar.
    No fim do bailarico, o Rouxinol e a Andorinha foram cortar o bolo de casamento.
    No final da festa, os convidados foram embora e a Andorinha e o Rouxinol foram passar a noite no hotel do parque ao lado.)


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