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O final feliz do Gato e da Andorinha
Por Domingos Fernandes (Professor), em 2012/02/142385 leram | 0 comentários | 177 gostam
O desafio de reinventar um momento da história de amor entre "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", de Jorge Amado, também foi lançado aos alunos da turma 8ºF. Este foi o texto produzido pelo Hélder Gonçalves e pela Helena Freitas. Boas leituras!
A Andorinha também o viu e adivinhou o rumo que ele tomara. Tendo a perceção que se dirigira para o fim da sua vida, disse ao Rouxinol:
    - É verdade! Rouxinol, esqueci-me do fantástico bouquet de noiva, em cima da mesa.
    - Eu vou buscá-lo, amor! – prontificou-se ele.
    Enquanto o Rouxinol se dirigia para o salão da festa, a Andorinha concretizou o pretendido, que era sair disparada para não deixar terminar a vida do Gato.
   Neste momento, a Andorinha não pensou em estratégia nenhuma. Tinha, apenas, a finalidade de rapidamente salvar o Gato. Tomou então um voo, numa grande velocidade, chegando à casa da Cobra Cascavel. Aí, a Andorinha baixou ainda mais o seu voo, quando de repente tropeçou numa pedra, que fez com que sucessivamente rolasse e desse cambalhotas. Por fim, aterrou mesmo em cima da cabeça da Cobra Cascavel, impedindo-a de comer o Gato Malhado. Esta situação só fez com que a Cobra ficasse mais irritada.
    A Andorinha, dirigindo-se ao Gato, ainda brincou:
    - Rápido! Rápido, seu feio!
    Mesmo assim, num momento arriscado, a Andorinha foi cómica para adoçar a aventura. Então deram a correr a seis pés, para que a Cobra nunca mais os visse.
    A partir desse momento, nunca mais ninguém os parou… Passeavam pelo parque, de mãos dadas, enquanto a Cobra os procurava desesperadamente.
    E tudo se veio a descobrir: as maldades de que o Gato era acusado não tinham fundamento, pois não tinha sido ele a praticá-las, mas sim a Cobra Cascavel que, por tudo, culpava o Gato Malhado.


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